A Orquestra

Fundada em 1997 pelos músicos mineiros Renato Almeida e Rosiane Reis, a ONG Orquestra Jovem Gerais é uma iniciativa voltada para a promoção do desenvolvimento humano por meio do acesso à arte, cultura e educação. Localizado na região metropolitana de Belo Horizonte, em Minas Gerais, o projeto oferece oficinas de instrumentos de cordas (violino, viola, violoncelo e contrabaixo), sopros (flauta transversal, fagote, oboé e clarinete) e percussão a crianças e jovens de comunidades de baixa renda e em situação de vulnerabilidade social. A partir da educação musical, a Orquestra Jovem Gerais busca a inserção destes jovens na sociedade, despertando o talento artístico e gerando oportunidades culturais e profissionais. Diante deste cenário, o projeto pretende contribuir para a formação cidadã dos alunos e transformação da realidade e justiça social.

Atualmente, o projeto atende 250 crianças e adolescentes que, além das aulas de música, contam com acompanhamento psicopedagógico. Desde a sua fundação, já passaram pela ONG 1500 alunos. A Orquestra tem caráter permanente, ou seja, procura atualizar seu contato com a comunidade por meio de frequentes ações de sensibilização através de concertos e recitais. O projeto também estabelece parcerias com equipamentos sociais e culturais para a divulgação das oficinas, como associações e escolas públicas.

As transformações promovidas a partir das ações da ONG, inicialmente batizada de Orquestra Jovem de Contagem, permitiram o amadurecimento e expansão do projeto, bem como sua distinção no meio musical, conduz indo a Orquestra por novos tempos e uma importante fase de transição. Desde a estrutura pedagógica de ensino até as performances nas apresentações, a Orquestra realiza seu trabalho com públicos de diferentes faixas etárias, classes sociais e realidades culturais, que normalmente não acessam esse estilo musical. Como forma de expressar e materializar essas transformações e ao mesmo tempo valorizar o projeto pelo que o distingue, a ONG mudou de nome, tornou-se Orquestra Jovem Gerais.

O nome Orquestra Jovem Gerais representa um olhar para dentro, para o sertão que está no interior de Minas, e dentro de seus habitantes; mas também para o sertão de suas grandes cidades – como é Contagem – sertão das favelas, dos morros, das vilas e aglomerados. A Orquestra Jovem Gerais representa a importância do acesso democrático à arte e reconhece sua capacidade de unir os públicos mais diversos. É uma maneira de mostrar ao mundo o que a Cultura Mineira tem, sobretudo, através de ações que promovam a inclusão social, o combate à pobreza e os direitos da infância e da juventude.

Missão

Promover a inclusão social por meio da música, oferecendo oficinas de instrumentos de cordas e sopros para crianças e adolescentes de áreas de vulnerabilidade social da região metropolitana de Belo Horizonte, MG.

Visão

Ampliar a atuação da organização para cidades da região central de Minas Gerais, de maneira sustentável.

Valores

Ética
Inovação
Sustentabilidade
Espírito jovem
Comprometimento
Paixão pela música
Coletividade

 

Nesta quarta-feira (18), realizou-se no auditório da UNA Contagem (Avenida Maria da Glória Rocha – 175, bairro Beatriz) a realizada a 4ª Conferência Municipal de Segurança Alimentar de Contagem. O evento foi promovido Prefeitura de Contagem, por meio da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social e do Conselho Municipal de Desenvolvimento Social e do Conselho Municipal de Segurança Alimentar e Nutricional Sustentável. Participaram do evento, integrantes do Conselho Municipal de Segurança Alimentar (CONSAM), composto por membros da organização civil, conselheiros municipais e toda a comunidade previamente inscrita.

A Orquestra Jovem Gerais realizou a abertura do evento executando o Hino Nacional Brasileiro, e o Hino de Contagem, logo após a apresentação da orquestra  a programação seguiu com painéis temáticos, palestra magna e debates.

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Com caráter acadêmico, a “Semana da Geologia” é um evento realizado por estudantes de Geologia da Universidade Federal de Minas Gerais – UFMG, com a parceria do Centro de Pesquisas e Estudos Geológicos do Instituto de Geociências da UFMG e a Minas Jr, empresa júnior vinculada aos cursos de Geologia e de Engenharia de Minas da Universidade. O evento traz como tema de sua 13ª edição a Geologia Quadrilátero Ferrífero contribuições impactos e desafios: cinquentenário do mapeamento USGS/DNPM.

O evento teve seu início nesta segunda-feira (16) e a OJG teve o orgulho de ser convidada para tocar em sua abertura. A semana segue com várias atividades. Dentre elas, minicursos, comunicações científicas, palestras e uma saída de campo para a região de Caeté, na intenção de visualizar a Estratigrafia do Quadrilátero Ferrífero, bem como o Supergrupo Rio das Velhas, TT’s e o Supergrupo Minas.

A OJG teve o orgulho de se apresentar na “13ª Edição da Tradicional Festa Italiana de Belo Horizonte”. Com um repertório que incluiu clássicos da música italiana como “Gabriel’s Oboe” e “Con Te Partirò”, os músicos deram um show à parte. A Orquestra Jovem Gerais agradece a Acibra MG – Associação de Cultura Ítalo-Brasileira de Minas Gerais, pelo convite e oportunidade de participar de um evento tão importante para Belo Horizonte.
“É muito gratificante participar de eventos como este, porque além de admirar a cultura italiana, é muito importante ver como a música carrega histórias e sentimentos, independente da cultura e da nacionalidade. Também é maravilhoso sentir a gratidão das pessoas por estarmos levando até elas a beleza e a harmonia que a música traz para as nossas vidas. Como sempre digo, a música é uma linguagem universal capaz de unir as mais variadas culturas existentes no mundo!” disse a aluna de violino, Giovanna Lucíllia, de 17 anos.

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